segunda-feira, 20 de outubro de 2008


Devagarinho,cresci!

Amadureci,evolui...

E hoje estou aqui sem saber pra onde ir!!!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008


Dia 15 de outubro de 2008 as 09h34min da manhã, escutando Leoni, e, entretanto com a minha cabeça no mundo da lua... Ou melhor, com meus pensamentos voando, pensando na minha capacidade de amar, de perdoar, ou até mesmo da capacidade que as pessoas têm de me perdoar, ou amar... Acho que a cada dia que passa vejo coisas que antes eu procurava não ver, tenho que me descobrir a cada dia e é muito complicado você voltar a se conhecer, eu sou diferente de todas as outras pessoas que conheço não consigo me igualar á quem deveria ser meu modelo de vida... É estranho o quando podemos ser diferente de uma pessoa que convive com você a sua vida toda! Estou numa fase de provação e comprovação de quem eu sou, eu já nem sei mais se daqui para amanhã serei a mesma pessoa ou até mesmo o jeito de ser, estou perdendo a minha alegria de viver para me mesmo...
Eu não me conheço mais... Cadê eu?

Vivendo uma transição. =/

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Meus pensamentos

Hoje em meus devaneios de pensamento, pensei em ser um pássaro, livre, voando... Longo quando voltei a realidade, percebi que meus pensamentos voam sem assas. 

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Musica:


A musica embeleza, pensamentos momentos, ou até mesmo alguns desvaneios de nossa mente. Neste momento em que escrevo estas palavras escuto uma música por momentos atravessou a minha vida...

Então vai ai a letrinha dela:

Garganta Ana Carolina (Composição: Totonho Villeroy)

Minha garganta estranha
Quando não te vejo
Me vem um desejo
Doido de gritar

Minha garganta arranha
A tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha
Da sala de estar

Venho madrugada
Perturbar teu sono
Como um cão sem dono
Me ponho a ladrar

Atravesso o travesseiro
Te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço
Faço ela rodar

Sei que não sou santa
Às vezes vou na cara dura
Às vezes ajo com candura
Pra te conquistar

Mas não sou beata
Me criei na rua
E não mudo minha postura
Só pra te agradar

Vim parar nessa cidade
Por força da circunstância
Sou assim desde criança
Me criei meio sem lar

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te... Han!

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar...

Minha garganta estranha...

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar
Eh! Eh!

Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha
É pra depois te abandonar...